
Um conto aos domingos #025 – REENCONTRO (Wanda Cunha)
Eu andava triste com aquela lamentosa história de covid. Não aguentava mais ficar em casa: só eu e o marido, um olhando para a cara

Eu andava triste com aquela lamentosa história de covid. Não aguentava mais ficar em casa: só eu e o marido, um olhando para a cara

Ela era só uma adolescente que começava a descobrir a vida. Uma garotinha negra, com seus catorzes, quase quinze anos que sofria bullying constantemente dos

Provavelmente algo iria acontecer. Com toda aquela brisa que vinha do rio, onde a jovem Maria gostava de passear. Sem nenhum poder aquisitivo, só lhe

Domingo de eleição, 7h00. Renato acordou com o telefone tocando. Era seu amigo de longa data, Tiago. A voz dele, carregada de café e fumaça,

Se escrevesse ou não, isso seria indiferente à literatura. Tinha essa consciência. Nada mudará na história, pensou. Talvez nunca seja publicado em edição nacional. E

Quando tudo isso começou, seu Alberto trabalhava num pequeno supermercado perto da casa dele: o Supermercado Prato Cheio. O nome ficava pintado de vermelho, na

O garoto levantou o braço, apontando o revólver de novo para Josefa, que perguntou:— Vai ser agora?Ele permaneceu mudo. Era uma lágrima caindo dos olhos

Ana despertou com a luz suave do sol filtrando-se pelas cortinas desgastadas, trazendo um leve dourado que se esparramava pelo quarto, misturando-se ao cheiro de

Ela desceu do avião. No aeroporto, ninguém a esperava nem mesmo as lembranças. Tudo estava diferente. A cidadezinha do interior de sua infância era uma

Clap, clap, clap, toc, toc, toc, clap, clap…Olho pela janela – do alto – lá vêm eles correndo… são muitos! Seis da manhã. Como assim?