domingo, 9 de junho de 2024

Educação Digital e Desenvolvimento Social

Publicado em 7 de junho de 2024, às 21:04
Fonte: Cláudio Santos – Advogado, educador e comunicador.
Imagem ilustrativa - canva.com

Em textos anteriores fizemos reflexões sobre Inteligências Artificiais Generativas (IAs generativas) e ponderamos criticamente sobre Educação Jurídica 4.0 e 5.0 como ferramentas de adequação dos cursos de Direito às “novas” tecnologias. Argumentações válidas para que a construção cognitiva atual seja capaz de fomentar mudanças de comportamentos, atitudes e alcançar resultados positivos no campo pessoal, profissional e social.

Ao falarmos sobre educação digital, tencionamos ir muito além do mero letramento/alfabetização digital. Focamos no aprimoramento dos invidívuos em várias perspectivas, para que a compreensão de conceitos, habilidades e competências gere autonomias: intelectual e profissional/financeira. O saber e o fazer estão naturalmente e intrinsecamente interrelacionados no mercado de trabalho gerando negócios virtuais de sucesso.

E nessa conjuntura educacional hodierna as escolas estão aptas a construir conhecimentos significativos para a (trans)formação dos educandos em empreendedores? Em regra, não. Porém, o que valida uma regra é a sua possibilidade de exceção. E, ontem à noite (06/06/2024), nos deparamos com o início de um projeto instigante que já se mostra disruptivo em seu nascedouro: uma instituição de ensino de inovação, negócios e tecnologia direcionada para habilidades essenciais para os desafios da contemporaneidade.

Essa escola emerge do “Grupo Mege” e é um dos seus “tentáculos”: “Pulpo Academy”. Que em tradução livre pode ser tido como Colégio (em Inglês) do “Polvo” (em espanhol). Está sediada na cidade de Imperatriz/MA e se propõe a fazer da tecnologia um objeto de estudo diário para o preenchimento desse mercado virtual crescente e promissor mundialmente, com conteúdos sobre modelagem 3D, programação WEB e Inteligência Artificial para negócios.

Entende-se que é até possível (embora pouco provável) inovar sem tecnologias de ponta, mas não há como dissociar tecnologia de inovação constante. Parafraseando o empresário e visionário fundador do “Grupo Mege”, Arnaldo Bruno Oliveira, novos negócios, sociedades, contratos e amizades produtivas surgem quando estamos em ambientes propícios. E a materialização desse contexto de aprendizagem digital, voltada para a resolutividade e o empreendedorismo, é imprescindível para que a sociedade possa se desenvolver sem depender de assistencialismo insititucional do Estado.

A pandemia externou fortemente que Educação e cultura digital devem estar presentes no espaço escolar (on-line ou híbrido), com projetos pedagógicos que desenvolvam cidadãos capazes de lidar com tecnologias e mídias digitais. Promover a educação digital é essencial para o desenvolvimento pessoal e social, pois garante que todos possam se beneficiar das oportunidades e recursos que a tecnologia moderna oferece. A capacidade digital é fundamental para sistemas educacionais e instituições de formação desenvolverem e utilizarem tecnologias adaptativas e ferramentas digitais cada vez mais personalizadas, tornando a aprendizagem mais inclusiva e eficaz.

É inegável que iniciativas de disponibilização de educação digital podem contribuir para o desenvolvimento social (capacitando aprendentes e mudando realidades): a) incluindo digitalmente, para uma participação mais efetiva na sociedade; b) fornecendo acesso a grandes quantidades de informações e recursos educacionais para estudos de modo remoto; c) gerando empoderamento na participação na economia digital e em melhores oportunidades de emprego; d) otimizando a educação tradicional com novos métodos, plataformas e tecnologias de aprendizagem; e) desenvolvendo “hard skills” e “soft skills” compatíveis com os novos desafios profissionais; f) incentivando a inovação e a criatividade capazes de contribuir para avanços sociais e econômicos.

A educação digital é um instrumento indispensável para o progresso social, capaz de transformar vidas, promover a inclusão e construir uma sociedade mais justa e próspera. Ao investir em infraestrutura, formação de professores, criação de conteúdos de qualidade e promoção da inclusão digital, podemos assegurar que todos tenham acesso a essa ferramenta poderosa e possam alcançar o seu pleno potencial. Educar digitalmente é transformar socialmente!

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